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Conta de energia terá reajuste médio de 3,78% em Minas Gerais

 

A conta de energia em Minas Gerais (MG) terá reajuste médio de 3,78% a partir do próximo sábado (28). A nova tarifa da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) foi aprovada nesta terça-feira (24), pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e vale até maio do ano que vem.

O maior aumento, de 4,63%, será para os consumidores atendidos em média e baixa tensão, como empresas e indústrias de médio e pequeno porte. Para o consumidor residencial comum, o reajuste será de 4,21%. Já para os consumidores atendidos em alta tensão, como shoppings, grandes indústrias e empresas, o aumento médio a ser percebido será de 2,06%.

De acordo com a Cemig, os reajustes são feitos visando cobrir custos operacionais eficientes e remunerar investimentos necessários para expandir a capacidade e garantir o atendimento com qualidade da população.

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“Aumentos de tarifas pioram para empresários”, diz Fábio Pergher (Foto: Cleiton Borges 05/02/2015)

 

Segundo o presidente da Associação Comercial e Industrial de Uberlândia (Aciub), Fábio Pergher, o reajuste vem em um momento ruim para as empresas. “Acho que falta sensibilidade com o momento financeiro que a gente vive. Os empresários já passam por grandes dificuldades e esses aumentos de tarifas pioram a situação”, disse.

O empresário Renato Weigand é proprietário de três empresas no ramo de embalagem e afirmou que o reajuste penaliza a classe. “Gasto bastante com energia, e, claro, tenho os outros gastos para manter a empresa em funcionamento. O que complica é que com essa crise, a gente vende menos e tem que gastar mais”, afirmou.

Consumidor comum também sente

O reajuste de 4,21% na conta de energia do consumidor comum também não agradou. De acordo com o gerente comercial Cleomar Miguel, de 48 anos, os aumentos são negativos, mas não há alternativa. “O nosso dinheiro já está valendo pouco e aparecem esses reajustes. Ainda mais sobre a energia, que não dá para ficar sem e a gente tem que pagar”, disse.

Ainda segundo ele, investimentos em outras formas de energia seria um bom caminho. “Eles recebem mais, mas a gente não vê investimentos em formas de energia com a solar e eólica, o que poderia amenizar um pouco na conta”, afirmou Miguel.

Inadimplência cresce 25%

A manchete do CORREIO de Uberlândia desta quarta-feira (24) dizia que a inadimplência relativa a contas de energia elétrica no Estado cresceu 25% em um ano, segundo a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Os números fazem referências aos meses de janeiro de 2015 e de 2016, que é o último período informado pela estatal. No primeiro mês de 2016, a inadimplência foi de 3,91%, enquanto, em janeiro de 2015, foi de 3,12%. A série de aumentos do valor da taxa é apontada como principal causadora da falta de pagamento, segundo consumidores e especialista consultados pelo CORREIO de Uberlândia.

Apesar do encarecimento da luz no País desde 2015, o economista Fábio Machado disse que a energia elétrica, como demanda essencial no cotidiano das pessoas e dos trabalhos, deve ter o pagamento priorizado pelas famílias e empresas. Ainda segundo Machado, caso exista arrocho nas contas mensais, em um período de crise econômica, como o atual, a orientação é tentar cortar outros gastos e reduzir o consumo de eletricidade.

 

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